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Yduqs aumenta base de alunos, mas lucro recua no trimestre

Em: 13 Novembro 2019 | Fonte: Valor Econômico

Companhia mantém foco em ensino a distância, cursos de medicina e aquisições

A Yduqs, ex-Estácio Participações, seguiu no terceiro trimestre o objetivo de expandir a base de alunos, independentemente dos custos extraordinários que afetaram o resultado da empresa no período. No segundo semestre, a captação subiu 44,5% na comparação com igual período de 2018, para 132,4 mil estudantes, a maior da história para um segundo semestre. Com isso, a base de alunos da companhia de educação passou para 575,4 mil ao fim do terceiro trimestre, também a maior da história da empresa e 8,4% superior à alcançada um ano antes.

Esse avanço no lado operacional ocorreu a despeito do resultado contábil afetado por gastos não recorrentes de reestruturação, despesas com fusões e aquisições e custos com rescisão de aluguel de 2017. Assim, o lucro líquido da companhia no terceiro trimestre recuou 18,3%, ante igual período do ano passado, para R$ 158,8 milhões. A empresa destacou que as despesas não recorrentes foram de R$ 41,8 milhões sobre o lucro, que teria sido de R$ 200,7 milhões, com uma queda de apenas 0,9% sem esses impactos.

O presidente da Yduqs, Eduardo Parente, afirmou que mesmo com o lucro menor, a conversão de caixa - razão entre o Ebitda e o fluxo de caixa operacional antes dos investimentos - atingiu 68% nos nove primeiros meses do ano, superior aos 63% de igual período do ano passado. “Isso mostra que 68% do lucro entra no nosso bolso de fato”, disse Parente. O grupo é o segundo maior de ensino superior privado do país.

No terceiro trimestre, o Ebitda ajustado (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) subiu 2,4% ante o terceiro trimestre de 2018, para R$ 289,6 milhões, enquanto a receita líquida caiu 2,3% na mesma comparação, para R$ 833,1 milhões.

Parente reafirmou que, para o crescimento da companhia o plano é manter o foco em ensino a distância, graduação de medicina e processos de fusão e aquisição. Este ano, foram anunciados acordos para compra da UniToledo, por R$ 102,5 milhões, e da Adtalem, dona do Ibmec, por R$ 1,92 bilhão. O executivo se mostrou animado para que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprove esta última transação entre março e junho do ano que vem. A aquisição da UniToledo já recebeu o sinal verde do órgão.

“Estamos fazendo um trabalho muito efetivo de custos, crescendo muito no ensino a distância, na medicina e agora nas fusões e aquisições”, disse Parente. Os alvos, nesses casos, são principalmente instituições de graduação. “A coisa não para aqui. A gente tem um plano estratégico muito bem definido, de onde quer comprar e de quem quer comprar. E temos muita robustez para nos financiarmos e continuarmos crescendo.”

Parente também destacou o objetivo da empresa de atingir o patamar de 10 mil alunos matriculados em medicina em 2024. Hoje, a Yduqs já é a maior instituição de ensino superior nos cursos de medicina, com 4 mil estudantes. Entre julho e setembro, a receita líquida obtida com essa graduação somou R$ 89 milhões, um crescimento de 26% na comparação com os R$ 71 milhões do terceiro trimestre do ano passado.

Na área de ensino a distância, o total de alunos avançou 25,8%, atingindo 267 mil. Em sentido contrário, nos cursos presenciais houve queda de 3,2%, para 308,4 mil estudantes. Em termos de tíquete médio, os alunos presenciais pagaram R$ 741,2 no terceiro trimestre, uma queda de 4,3% frente a igual período de 2018, quando o tíquete médio ficou em R$ 774,8. Na mesma comparação, o valor médio pago no ensino a distância caiu 1,1%, passando de R$ 250,8 para R$ 248. Segundo a companhia, essa queda era esperada.

 

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