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Weintraub promete "pacificar MEC" e diz que pasta tem rumo

Em: 10 Abril 2019 | Fonte: Valor Econômico

Na sua posse como ministro da Educação, o economista Abraham Weintraub prometeu "pacificar" a pasta "por meio do diálogo". Ele entrou no lugar de Ricardo Vélez Rodríguez, que, além de colecionar declarações polêmicas, acabou tragado por uma disputa de poder entre as alas militar e olavista do ministério.

"A gente vai pacificar o MEC. Estamos decretando a partir de agora que o MEC tem um rumo e uma direção. Quem não está satisfeita com ela avise, porque será retirado", disse Weintraub, ao lado de Vélez, na cerimônia de transmissão de cargo.

"Estamos abertos a diferentes posições. Podem ser olavistas, militares, gente de esquerda, mas com diálogo. Falta de educação, ameaça de morte, descumpriu a lei, a gente não tolera."

Segundo o novo ministro, se alguém "pisou fora da linha, começou a plantar coisa, a brigar internamente, está fora na hora".

Ideologicamente afinado com o escritor Olavo de Caravlho, Weintraub prometeu não perseguir quem tem um passado de esquerda. Mas ponderou que todos terão que seguir as diretrizes do presidente Jair Bolsonaro.

"Eu tenho minhas convicções, mas tenho que meu pautar pelas convicções de quem está no topo do time", disse, ponderando que vai escutar quem "não tenha visão ideológica como a nossa".

Mais cedo, durante cerimônia de posse de Weintraub no Planalto, Bolsonaro disse que o novo ministro terá "carta branca" para montar todo o seu primeiro escalão. "Ele [Weintraub] tem que botar um bom time ao lado dele. Assim como eu escolhi o que achei de melhor, que se encaixava naquilo que havia proposto durante a minha campanha", disse. "E ele, assim como os demais ministros que estão aqui, tem carta branca para escolher todo o seu primeiro escalão."

Até ser indicado ao MEC, Weintraub trabalhava como secretário-executivo do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que o apresentou a Bolsonaro em 2017.

Economista, ele foi aluno de Olavo de Carvalho. Apesar de dizer não seguir "ipsis literis" as ideias do guru do bolsonarismo, ele chegou a pregar o combate ao "marxismo cultural" das universidades.

Por isso, sua chegada ao posto foi vista como uma vitória da ala olavista, na atual disputa por poder dentro do ministério. O Valor apurou, no entanto, que os militares colocados em postos-chave durante a gestão Vélez permanecerão no MEC, ao menos por enquanto.

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