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Valor Econômico: Cogna e Eleva fecham acordo para troca de ativos

Em: 22 Fevereiro 2021 | Fonte: Valor Econômico

Segundo fontes, as escolas da Cogna foram avaliadas em cerca de R$ 1 bilhão e o sistema de ensino da Eleva, em R$ 600 milhões

A Cogna, maior grupo de ensino privado do país, e a Eleva Educação, holding que tem como sócio o empresário Jorge Paulo Lemann, concluíram, neste fim de semana, o acordo para troca de ativos de educação básica. O Valor apurou que o anúncio da transação deve ser feito até amanhã.

A líder do setor vai ficar com o sistema de ensino da Eleva, que, por sua vez, ficará com colégios da Cogna. Segundo fontes do mercado, as escolas foram avaliadas em cerca de R$ 1 bilhão e o sistema de ensino, em aproximadamente R$ 600 milhões. O saldo de pouco menos de R$ 400 milhões será pago à Cogna em ações da Eleva, que pretende realizar um IPO neste primeiro semestre.

Ainda de acordo com fontes, essas ações a serem repassadas à Cogna terão restrição a voto por um determinado período, a fim de evitar discussões de governança para a Eleva.

A Cogna tem, por meio de sua subsidiária Vasta, cerca de 50 escolas de marcas reconhecidas como pH (Rio de Janeiro), Sigma (Brasília) e Motivo, de Pernambuco. A receita líquida desse negócio somou R$ 480 milhões no acumulado dos nove primeiros meses do ano passado. Já o o sistema de ensino da Eleva, uma marca de forte reputação, principalmente, no Rio, é adotado por cerca de 200 mil alunos de 300 escolas de várias regiões do país.

A proposta de troca de ativos partiu da Eleva, que viu a oportunidade de aumentar sua base de colégios numa só tacada. Atualmente, o grupo carioca tem 80 mil alunos em 130 escolas espalhadas por 11 Estados e Distrito Federal. A Eleva é dona de marcas de colégios como Pensi, Elite, Coleguium, Alfa, entre outras com altos índices de aprovação em importantes universidades. Os colégios da Cogna têm esse mesmo perfil e por isso o interesse da Eleva.

A Cogna, por sua vez, vem direcionando esforços para o negócio de prestação de serviços de educação básica. Os sistemas de ensino estão inseridos dentro dessa divisão da companhia, denominada Vasta. Em setembro do ano passado, cerca de 1,5 milhão de alunos estudavam com os materiais didáticos da Vasta. Todo o conteúdo didático do grupo, que inclui também livros das editoras Ática, Scipione e Saraiva, está dentro de uma plataforma digital chamada Plurall, que vem tendo forte demanda com a necessidade de oferecer aulas on-line na pandemia.

No acumulado dos nove primeiros meses do ano passado, a receita da Vasta somou R$ 654 milhões, sendo que 75% vieram dos sistemas de ensino. Neste ano, a companhia tem contratos assinados (ACV) no valor de R$ 835 milhões, uma alta de 21% em relação ao ciclo de vendas de 2020.

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