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Aluno da rede privada tem o dobro de chance de entrar na faculdade

Em: 06 Dezembro 2018 | Fonte: Valor Econômico

Os estudantes que completaram o ensino médio em escolas particulares têm 1,2 vez mais chances de ingressar em uma faculdade do que os alunos da rede pública de ensino, mostram estatísticas da Síntese de Indicadores Sociais, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme a pesquisa, que faz um cruzamento de diversos indicadores divulgados pelo órgão ao longo do ano, apenas 43,2% da população com ensino médio completo entrou no ensino superior em 2017. Dos que completaram o ensino médio na rede privada, 79,2% ingressaram na faculdade. Na rede pública, o percentual cai para 35,9%.

Essa diferença não seria explicada apenas pela qualidade de ensino entre as redes pública e privada. Segundo os técnicos do IBGE, o perfil socioeconômico também exerce influência nas chances de ingresso em uma faculdade, uma vez que o rendimento das famílias limita a capacidade de pagar cursinhos ou arcar com mensalidades.

Além da desigualdade de renda, a racial também se faz presente nesse indicador de acesso ao ensino superior. Dois estudantes da rede privada, um de cor branca e outro de cor preta ou parda, também têm probabilidades diferentes de ingressar em uma faculdade - de 81,9% e 71,6%, respectivamente.

O estudo do IBGE detalhou ainda os motivos que levam pessoas de 18 a 29 anos a não seguirem com os estudos. Do total de brasileiros nessa faixa etária, 52,5% dos homens não estudam porque estão trabalhando ou procurando trabalho. Entre as mulheres, 39,5% não estudam porque cuidam de afazeres domésticos ou filhos.

A desigualdade de oportunidades na área da educação foi enfrentada nos últimos anos pelo setor público por meio da oferta de vagas com sistema de cotas, além de subsídios por meio de programas como Prouni, que concede bolsas tanto integrais quanto parciais em instituições privadas de ensino.

Segundo a pesquisa do IBGE, de 2009 a 2016, a proporção de matrículas por cotas no ensino superior público cresceu 2,5 vezes, passando de 1,5% para 5,2%. Nas instituições privadas, no mesmo período, a proporção de matrículas com Prouni subiu 28,1% no período.

"Das 2,84 milhões de matrículas no setor privado em cursos de bacharelado em 2009, 26,3% contavam com algum tipo de auxílio financeiro. Em 2016, mais da metade das 3,88 milhões de matrículas no setor privado nesses cursos se beneficiava de algum tipo de auxílio financeiro", informou o IBGE.

Os problemas, porém, vêm desde cedo. No grupo de crianças de quatro e cinco anos de idade, 91,7% delas estavam na escola, insuficiente para atingir a meta de universalização proposta pelo Plano Nacional de Educação (PNE). O PNE tinha como prazo de universalização para o grupo de crianças de quatro e cinco anos o ano de 2016.

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